Os servos de Ofel
Os que prestavam serviço no templo moravam na colina de Ofel.
Neemias 11:21 (NVIPT)
Na lista dos que repovoaram Jerusalém, um grupo quase invisível aparece: os que prestavam serviço no templo moravam na colina de Ofel, sob a direção de Zia e Gispa. Servos do templo — os que carregavam água, limpavam pátios, mantinham o fogo aceso. Sem nome próprio no registro, sem tribo famosa, apenas função e endereço: Ofel. A cidade reconstruída precisava deles tanto quanto de governadores.
A fé valoriza os servos de Ofel. Toda igreja tem sua colina — berçário, som, limpeza, café, portaria — sustentada por gente que ninguém aplaude. O culto que emociona depende de mãos que chegaram cedo e ninguém viu. Deus lista esses servos na eternidade com o mesmo cuidado com que Neemias os listou no livro: função humilde, fidelidade inteira. Ofel é o endereço da fidelidade anônima.
Hoje, honra um servo de Ofel: agradece, ajuda, repara no invisível. E se és tu o servo — continua: Deus vê a colina. Os servos de Ofel sustentam o templo até hoje, e o templo agradece de joelhos. Nenhum serviço humilde passa despercebido diante de Deus. Ofel hoje, honra eterna amanhã; continua firme, servo fiel, pois teu nome está no livro.